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Desempenho superior

Para cobertura e fachada do centro de convenções no Centro-Oeste, Isoeste forneceu telhas capazes de promover estanqueidade e redução da temperatura interna, com menor consumo de ar condicionado

Às margens da BR-153 e inserido no Distrito Agroindustrial de Anápolis (DAIA), em Goiás, está um dos mais novos centros de convenções da região Centro-Oeste. Com aproximadamente 33 mil m² de área construída, considerando somente a sua primeira fase, o empreendimento destina-se à realização de congressos, feiras e eventos variados, atendendo às mais diversas demandas da região.

Isso porque o centro de convenções contará com teatros aptos a receber os principais espetáculos do País, salas multiuso e de exposições, auditórios com capacidade para 2.300 e 700 pessoas, respectivamente, restaurante, camarotes, estacionamento, dentre outras dependências. Futuramente, a área de aproximadamente 1 milhão de m² poderá receber hotéis e ampliações diversas.

Características gerais

Com projeto arquitetônico do escritório Pedro Ernesto Gualberto, o Centro de Convenções é composto, basicamente, por sistema estrutural principal em colunas e vigamentos em concreto aparente, estruturas metálicas em aço de alta resistência para sustentação das coberturas e fachadas. Esta, por sua vez, conta com mais de 45.000 m² de telhas térmicas com núcleo isolante em poliuretano (PUR).

Dados técnicos das telhas

O empreendimento recebeu telhas sanduíche modelo Isotelha PUR 30, da Isoeste. Tratam-se de telhas trapezoidais nas faces superior e inferior, conformadas em aço galvalume certificado, com largura útil de 1.000 mm, espessura de 0,43 mm e acabamento pré-pintado na cor branca.

O núcleo isolante dessas telhas tem 30 mm de espessura e é composto por espuma de poliuretano com densidade média de 40 kg/m³. Os materiais que compõe este sistema sanduíche isotérmico foram determinantes na tomada de decisão técnica. O argumento principal foi a possibilidade de reduzir significativamente a temperatura interna da edificação, proporcionando conforto térmico e minimizando a quantidade de equipamentos de ar condicionado e consumo de energia elétrica durante a operação, uma vez que o poliuretano é isolante térmico e diminui a entrada de calor. Além disso, a cor branca das telhas superiores reduz os efeitos da irradiação solar sobre a cobertura, informa a empresa.

Outro fator decisivo para a adoção das Isotelhas foi a alta velocidade de montagem associada ao baixo peso próprio (cerca de 10,7 kg/m²) de um sistema monolítico, que exige um único processo de montagem. "Sistemas sanduíche tradicionais, executados a partir de telhas e núcleos em materiais isolantes, como a lã de vidro, requerem grande quantidade de estruturas secundárias para estabilizar o sistema. Isto torna o processo moroso, com maior consumo de aço, maior peso próprio sobre as fundações e, conseqüentemente, aumento do custo final da obra", analisa o engenheiro Ricardo Panhan, diretor comercial para a América Latina, da Isoeste.

A Isoeste salienta, ainda, que as Isotelhas aplicadas foram integralmente projetadas e paginadas visando mínima perda durante a execução da obra decorrentes de recortes e ajustes de campo. Este fator, explica Panhan, elimina a geração de resíduos e a necessidade de descarte de material. "Além disso, todas as matérias primas aplicadas na fabricação das Isotelhas são totalmente recicláveis e não utilizam componentes que possam agredir o meio ambiente. Fatores como estes mantêm a construção seca e podem oferecer muitos pontos para a obtenção de selos verdes como o LEED ou similares", conclui.

Sistema de fixação

As Isotelhas, explica Panhan, possuem em sua concepção diversos fatores técnicos que proporcionam estanqueidade ao sistema como resultado da junção entre telhas e da fixação destas às superestruturas. "Vale ressaltar que algumas particularidades demonstram apurada evolução técnica do produto somada às boas práticas da engenharia", observa.

Montagem das coberturas

De acordo com a Isoeste, as Isotelhas compõem um sistema de fácil manuseio e montagem, o que agiliza processos e torna a obra estanque sem perdas de produtividade. No entanto, para obter o melhor desempenho do sistema a recomendação da empresa é considerar em projeto inclinação mínima de 6% da cobertura. Além disso, a recomendação é evitar que haja atrito entre as telhas durante a montagem, evitando amassamentos do aço e danos à pintura. Sobre as emendas, estas devem ser transversais e executadas sobre terças com superfície de apoio de, no mínimo, 100 mm. O trânsito sobre as telhas já instaladas deve ser feito com uso de pranchas para distribuição das cargas. Da mesma maneira, não devem ser apoiadas estruturas de andaimes ou similares durante as montagens. Ao término dos serviços, a recomendação da fabricante é para que seja realizada minuciosa limpeza antes da entrega da obra, com a retirada de todos os materiais restantes.

Manutenção

A preservação do sistema com suas propriedades técnicas, afirma a Isoeste, é similar aos demais sistemas de cobertura. Assim, é suficiente fazer a lavagem, com produtos neutros que não agridam o aço da cobertura, além da limpeza dos sistemas de coleta de águas pluviais.

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