São Paulo comercializou 31 mil imóveis residenciais em 2010 | PiniWeb

Mercado Imobiliário

São Paulo comercializou 31 mil imóveis residenciais em 2010

Vendas entre janeiro e novembro registraram alta de 3,3%

Mauricio Lima
13/Janeiro/2011

Marcelo Scandaroli
Unidades de dois dormitórios foram as mais vendidas
O Sindicato da Habitação (Secovi-SP) divulgou o resultado do Balanço do Mercado Imobiliário 2010, que apontou vendas de 31 mil novas unidades residenciais na cidade de São Paulo entre janeiro e novembro. O resultado corresponde a alta de 3,3% em relação ao mesmo período de 2009. Segundo o sindicato, o volume só não foi maior porque as empresas não lançaram no mesmo ritmo novos empreendimentos. Estima-se que 2010 fechou com aproximadamente 36 mil novas unidades vendidas.

O principal problema para lançamentos de empreendimentos é a escassez de terrenos em condições favoráveis para a incorporação. Segundo a Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp), foram lançadas 30 mil unidades, valor 19% maior do que o obtido no mesmo período de 2009 (25 mil unidades).

Segundo João Crestana, presidente do Secovi-SP, "essa diminuição de lançamentos no município de São Paulo reforça a necessidade cada vez maior de o poder público e a iniciativa privada estudarem a metrópole de maneira estratégica, a fim de que ela possa atender às necessidades de moradia, trabalho, estudo, lazer e mobilidade de todos os seus cidadãos".

As unidades de dois quartos registraram aproximadamente 40% do total das vendas, seguidas por imóveis de três e quatro dormitórios com, respectivamente, 32% e 17% do total das vendas. Os imóveis com um dormitório representaram 11% de participação. Com relação aos lançamentos, a participação de apartamentos de dois dormitórios foi de 48%, a de três dormitórios atingiu índice de 31%, seguida pelos empreendimentos com um quarto, com índice de 12%, e de quatro quartos, com 9%.

Considerando o tamanho dos imóveis por meio da análise da área útil, o destaque ficou para as habitações com 46 m² a 65 m², com 39% de participação do total de unidades vendidas.

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