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Conforto digital

10/Dezembro/2003
Automação residencial
Conforto digital
Prever funcionalidades de automação em residências, antes consideradas apenas em usos
comerciais, é importante para desfrutar das tecnologias disponíveis para um maior conforto,
segurança e otimização dos sistemas



O projeto é perfeito, a obra está bem acabada e as peças de mobiliário estão sendo escolhidas a dedo. Agora, imagine a frustração do cliente se, para passar a fiação do home theatre, for necessário quebrar paredes, retirar revestimentos, refazer o assoalho.

Hoje, a compatibilização dos projetos de uma residência, além de considerar os planos de elétrica, hidráulica e estrutura, deve também levar em conta o projeto de automação, o qual visa tanto otimizar a operação dos sistemas quanto propiciar aos moradores maiores funcionalidades de entretenimento, segurança e trabalho.

Para definir o projeto de automação, o primeiro passo é determinar as funções dos ambientes, as tecnologias escolhidas e ainda prever possíveis alterações futuras. "O investimento em infra-estrutura de automação não passa de 5% do valor da obra e tem uma vida útil estimada em mais de 25 anos", estima Fernando Barreira, da Perfect Link. A equipe de automação entra na obra antes da aplicação dos acabamentos e instala os equipamentos logo em seguida.

Assim, que postura os projetistas devem assumir perante o proprietário? Em geral, o futuro morador não sabe ao certo para que serve todo o aparato da automação e nem como poderá usufruir dele. Ao projetista cabe despertar no cliente essa necessidade, considerando sua cultura, orçamento, tamanho e uso do imóvel. Com as mudanças que ocorrem a cada dia, deixar a infra-estrutura de automação pronta já é o primeiro passo para que as necessidades de hoje - e as de amanhã - sejam supridas. "O morador vê que o custo de conduíte, caixas de passagem e outros elementos são insignificantes perto do home theatre que deseja ter", observa David Jugend, da Jugend Engenharia, empresa especializada em automação predial.


Texto original de Cláudia Bocchile
Leia a matéria completa na AU 116 - novembro de 2003

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