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Quanto custa a mão-de-obra

4/Abril/2002

QUANTO CUSTA A MÃO DE-OBRA


"Ao elaborar o orçamento de um serviço de engenharia deve-se adotar para o custo de mão-de-obra a escala de salários normalmente adotada pelo mercado", esclarece Paulo Vilela no livro "Engenharia de Custos - Cálculo do Preço de Venda de Serviços de Engenharia e Arquitetura". Se a empresa não estiver executando contratos na região, deverá ser adotada a tabela do sindicato de profissionais da região ou a obtida através de pesquisa de mercado, ou outra forma de aferição desses valores. Atualmente inexistem pesquisas públicas que forneçam dados sobre as remunerações dos profissionais qualificados.

Em geral, empresas de grande e médio porte definem seu próprio plano de cargos e salários, tendo como base muitas vezes pesquisas sigilosas de mercado. Segundo André Gloglowsky, em geral, as empresas se inserem em três escalas de remuneração: alta, média e baixa. As empresas de maior porte prevêem, além da remuneração, benefícios, bonificações ou resultados dos lucros. Em muitos casos, a empresa mantém um plano anual de treinamento e qualificação - com cursos técnicos, na área administrativa, de marketing, custos e línguas. As empresas menores procuram acompanhar a linha dos dissídios coletivos e negociações sindicais.

Paulo Vilela explica que, na hora de prever as faixas de remuneração, é importante ter uma Tabela de Custo de Mão-de-Obra atualizada, fornecida pelo departamento de recursos humanos. São considerados também o vale-transporte, previsto em lei, e os demais benefícios, como auxílio-alimentação, seguro-saúde, entre outros. Vilela destaca que o vale-transporte nas grandes cidades, que corresponde ao pagamento pela empresa do custo integral do deslocamento diário no percurso casa-trabalho-casa, podendo ser descontado 6% do provento mensal do funcionário, em algumas cidades, como no Rio de Janeiro, a 35% de acréscimo nominal sobre o salário mensal.






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